quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Vai entender..

Perdi todas as esperanças  nos homens.. Sei lá.. parece que todos os homens são assim: covardes.. Não têm coragem de viver, por medo de julgamentos feitos por terceiros.. Não fazem aquilo que querem fazer por medo de se passarem por fracos.. Aí, com essa atitude, eles nos fazem sofrer.. nos fazem ficar à ver navios.. Na esperança de que, um dia eles acordem e percebam o tempo que perderam preocupados com a opinião dos outros..

Sabe.. eu sei que errei muito.. aliás, quem não errou nunca na vida, que atire a primeira pedra! Mas eu tenho mudado tanto.. tenho feito tanta coisa diferente.. que talvez fosse diferente dessa vez.. Mas como dizer isso à ele?? Como fazê-lo acreditar que seria mesmo diferente? Eh mesmo complicado..

Mas, como o destino sempre dá o seu jeitinho de nos mostrar os caminhos, fui hoje à Universidade FUMEC buscar meu tão sonhado (e suado) diploma de Bacharel em Terapia Ocupacional.. Sim, eu sei que isso é motivo suficiente pra eu estar pulando feito uma gazela de tanta alegria.. mas, eu num tô no clima.. malz aê.. Voltando à pegadinha que o destino nos prega: estava eu lá, em pé, esperando meu diploma.. quando uma amiga minha que foi comigo (aliás, brigada Ludy!!) chegou perto com um flyer de uma peça que vai rolar aqui em bh.. A peça se chama “Mão na Luva”..
É a chamada “História de amor que faz o retrato de uma época”.. Segue abaixo as palavras de Livia Deodato, colunista do jornal O Estado de São Paulo sobre a peça em questão:

“Ele e Ela se amam, sentem uma atração inexplicável, compartilham dos mesmos gostos (quando não, assentem pela paixão). Dançam ao som de valsa a céu aberto e não se importam com o fato de estarem sendo observados. Nove anos se passaram e a separação parece inevitável – vão se descortinando, no decorrer da conversa derradeira, pequenos deslizes, traições incompreensíveis, muita mágoa acumulada e, ainda assim, a vontade de salvar o que talvez já tenha naufragado a um bom tempo.”


Retrato de uma época.. num disse? Pois pra mim é como se tivessem pego minha história de amor e, após algumas leves modificações, surgia a peça.. E como dito anteriormente, ainda existe (pelo menos de minha parte) a vontade de salvar tudo..

Pena que não depende só de mim..

2 comentários:

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