sábado, 31 de outubro de 2009

E novamento sol aparece..

Eehhh.. e chegou dando vida aos meus dias..
Nem sei como seria viver sem vc.. nem sei o que faria se acordasse pela manhã e você nao estivesse ao meu lado..
Entretanto, por mais que a gente tente fikar separado, nossos destinos permanecem entrelaçados, e não há como mudar isso..

Para os que adoram perguntar demais: Sim, estou MUITO BEM, obrigada.. Curtindo meu amor.. meu namoro.. meus novos sonhos.. e se isso incomoda, FODAS!

No mais, vou-me pois tenho que me arrumar..
Ele jah tah vindo me buscar!!!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Solidão..


Chorando baixinho pra ninguém perceber...

Tentando conter a dor que sinto, mas é difícil ficar bem quando você tem um coração em pedaços..


Procuro respirar calmamente, mas não consigo enganar minha alma. Acho que mesmo que fizesse mil cursos de psicologia jamais entenderia a mente humana. As pessoas são complexas demais para a minha cabeça..


Os sentimentos são confusos demais para o meu coração.. Então me encolho aqui nesse cantinho escuro para tentar suportar minha dor.. Então escrevo para amenizar a tristeza que sinto, para que na companhia de minhas poucas palavras, não me sinta mais tão sozinha..


Desculpa, mas esse é o meu jeito.. Eu não sei fingir sentimentos, não sei falsificar sorrisos, não sei engolir meu choro, não sei amar se não for inteiramente, eu não sei querer pela metade..Essa sou eu.. um alguém que quer uma coisa tão simples..

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A gente se acostuma..

Eu sei que a gente se acostuma, mas não devia.


A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E porque à medida que se acostuma esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.


A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíches porque já é noite.


A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e a dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz.


E aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita.


E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.


A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais.


A ir ao cinema, a engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.


A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar À luta. À lenta morte dos rios. E se acostuma a não ouvir passarinhos, a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.


A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber. Vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente se senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado.


A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida.


Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma..

domingo, 25 de outubro de 2009

Será que eu tô errada, ou o mundo tá de pernas pro ar??


Então..
Comigo as coisas funcionam assim: combinou, cumpra.. caso aconteça algo que te impeça de cumprir o combinado, AVISE.. é mais humano, mais correto..
Mas.. daí eu fiko pensando.. soh EU penso assim? Pq eu começo a acreditar que sim..
Vamos explikar:
O namoado trabalhando..  disse q sairia às 13:00 e iríamos para uma festa.. Esperei neh?? e esperei.. e esperei..
Até que resolvi ligar (isso pq já passava das 14:00).. E soh aí q ele me diz: "tô trabalhando ainda.."


PUTA KI PARIU!!! Pq q num me avisou que não ia dar?? Ao invés de me deixar plantada, criando raiz dentro de casa enquanto podia tah curtindo na festa (que era da MINHA FAMILIA, diga-se de passagem).. Isso pra mim é falta de carinho, de consideração..
Daí eu meto o pé em tudo.. e resolvo seguir minha vida.. Mas não pensem que é soh por causa disso não.. eh por vê-lo me colocar como "namorada" e ao mesmo tempo me negar esse mesmo título, deu pra entender? Se deu, bem.. se não deu, foda-se tb.. eu não kero explikar..


Se acabou?? Sim.. pelo menos pra mim..
Se dói? CLARO!! Dói como se alguém me arrancasse um pedaço a cada minuto em que me lembro de tudo que fomos um pro outro.. e de tudo que poderíamos ser, se não fossemos dois seres tão individualistas..


Mas vai ser melhor assim..

sábado, 24 de outubro de 2009

Realmente eu não sirvo pra entender a humanidade..


É tão estranho como o medo e a covardia têm o poder de paralisar as pessoas... Hoje em dia, a tendência é acostumar-se com pouco e não buscar mais... e isso me entristece. Algumas pessoas estão acostumadas a subir degraus, elevar-se, evoluir... mas alguns simplesmente estacionam num degrau de vida e por ali permanecem.. é claro que, se ele parou ali, significa que algo de bom há naquela situação, naquele modo de vida... Mas e quando a coisa já não funciona do mesmo modo como de costume? Quando aquela situação deixa de ser algo que te dê prazer e passe a causar desgosto? Qual o motivo para não mudar? Para buscar algo melhor, maior e mais prazeroso?


É como uma pessoa que desde sempre dirigiu um fusca: a principio ele era o melhor que havia: Confortável, motor potente, um rádio AM/FM com toca-fitas,e um espaço quase que feito sob medida para as pessoas e coisas que precisaria transportar. Mas com o avanço da tecnologia, todas aquelas vantagens vistas nesse fusca tornam-se patéticas... e com o passar dos anos aquele sonho de carro se transforma no nosso pior pesadelo, uma vez que ele passa a demandar de reparos constantes: troca o forro do banco que desgastou com o uso, o toca-fitas que já não funciona tão bem... a lataria que começa a apresentar pequenos desgastes e vamos colando com durepox mesmo, pois trata-se de um reparo paliativo, pois já prometemos para nós mesmo que assim que entrar aquela grana extra, a primeira providência será trocar esse maldito fusca.


E a tão esperada grana aparece como passe de mágica...
Sem pestanejar seguimos felizes e saltitantes à concessionária mais próxima... Olha um, analisa o outro, entra em uns 10... Até que o vendedor te leva para conhecer um lançamento: compacto, bonito, aconchegante... air-bag duplo... motor turbinado... e o test drive então? É paixão à primeira volta! Você olha maravilhado.. são tantos itens e funcionalidades que nem se você quisesse adaptar naquele fusca velho seria a mesma coisa.. daí você olha o preço... um pouco salgado, é verdade, mas que se você fizer algumas mudanças, e dividir de algumas vezes, é um valor dentro da sua realidade.


Aí começa: corta daqui, diminui dali e pronto! Percebe-se que os cortes feitos nos gastos compensariam a imensa felicidade em levar para casa aquele tão sonhado carro. E você jura ao vendedor que aquele carro será seu... era só o tempo de limpar a garagem e se desfazer daquela lata velha que um dia já foi um carro...


Daí você volta pra casa, com o orçamento feito pelo vendedor em mãos. Chega em casa e olha o papel... analisa... e pensa: “e se eu perder o emprego?” “e se e não der conta de pagar?” “e se ao longo do tempo esse carro começar a dar os mesmos problemas que o outro?”.. e o entusiasmo dá lugar ao medo.. a coragem perde seu posto para a covardia.. e você começa a desistir.. Pensa que talvez seja melhor permanecer com o fusca na garagem e continuar andando de ônibus, ao invés de arriscar-se num empreendimento visivelmente mais vantajoso. E o sonho de crescer se esvai... e tendemos a permanecer estagnados nessa mesma situação por longos anos, já que nosso medo e nossa covardia nos paralisa e impede de buscar as coisas do alto...


Não sei se é vantagem, mas eu não consigo ser assim... por mais arrependida que eu acorde, não durmo sem arriscar tudo que tenho em busca dos meus sonhos... e me entristece ver que as pessoas tem tudo nas mãos para mudar, mas por covardia, permanecem na mesmice da vidinha medíocre que levaram até hoje... o que há de ruim nisso?? Em buscar o crescimento? Onde está o erro de tentar alçar vôos mais altos?


Certo dia alguém me disse que "quanto mais alto o vôo, maior a queda"... Mas para mim não.. para mim, quanto mais alto o vôo, MAIS BELA A VISTA!!


Fica aí meu convite à todos: ARRISQUEM-SE!

Modelo Fordista na construção da personalidade das mulheres??


Aaahh.. Comigo NÃO!!
Todo mundo sabe das características do Modelo Fordista né? Akela coisa mecânica, repetitiva, chaaaaaaaaaaaaata.. Então não perderei meu precioso tempo explicando..


Mas isso me veio à cabeça hoje.. depois de uma PUTA briga com o namorado..
O que acontece é que, como ele já foi casado (cenas dos próximos capítulos, meus caros amigos), como ele se acostumou com as manias, com a facilidade que ela (lê-se: a ex esposa) tinha em ser extremamente subissa aos caprichos dele, completamente passiva às decisões dele, e a facilidade que ela tinha de engolir brejos e mais brejos lotados de sapos só pra não brigar, ele acredita que toda mulher é (ou deveria ser) assim também.. essa coisa mecânica, repetitiva e invariável!!! Dá pra acreditar???


Entretanto, por uma pegadinha do destino, ele encontra em sua reta uma aquariana de sangue quente que é exatamente o oposto daquilo que ele estava acostumado.. e aí.. adivinha no que dá?? BRIGA na certa!!


Não vou entrar em detalhes hje..
A coisa tah recente e eu ainda permaneço EMBASBACADA com algumas coisas..
Hasta la vista, baby..

"Ela pode amar com muita intensidade, mas não se entrega incondicionalmente a ninguém. Por isso, não estar diante de seus olhos, muitas vezes significa estar fora do pensamento. A distância raramente faz o coração dessa aquariana de sangue quente ficar mais apaixonado.. Por isso é muito importante estar sempre presente para que ela não resolva procurar alguém que o substitua."
FICA A DICA!!!